28 outubro 2008
O mote
Estava eu, neste sábado chuvoso, sem ter o que fazer, pensando na vida - confesso que trabalho bem a ociosidade, mas, não ter o que fazer me aflige. Já tentei de tudo: jogar cartas, ler etc. Engraçado que isso foi no final do dia, já que eu, minha esposa e a tia Dalva estivemos em SP para passarmos um dia, digamos, cultural. Primeiro, uma exposição de um tal de Buonarotti. Depois, um passeio pela Pinacoteca do Estado e, na esquina em frente, uma passada rápida por Machado de Assis. Sobrou tempo para irmos até a fundação Oscar Americano, mas ela não tinha mais tempo para nós: fechada. Que tal um café? Pois fomos. Assim encerramos e voltamos à Campinas. Peço que entenda, por isso, por que estou me coçando e pensando. Não consigo desligar. Daí, achei legal fazer uma coisa que nunca fiz: escrever. Tema livre (ou quase), para não ter tanto trabalho, além daquele normal para mim. Aliás, um detalhe: nada mais livre do que escrever sobre o passado recente, difícil é entender o tamanho da importância dele no futuro... Pois bem, e aí? Escrever o quê do passado recente? Cronologicamente? Por assunto? O tema é livre, pombas! (Oba!) Então, prepare-se para um emaranhado de temas, conexos ou não, com sentido ou não, interessantes ou não. Uma coisa tenha certeza, não faz diferença nenhuma começar por aqui ou por lá. É livre!! (oba...) .
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2 comentários:
Escrever, como diria uma amiga nossa, é mesmo fazer história!
E meu amor, o Fabio, 'embarca' nessa em alto estilo!
Escrever é mesmo fazer história.
A tal amiga
http://fragmentosdeumdiscursoamoroso.zip.net/
PS. Já coloquei o link destas crõnicas e textículos lá nos Fragmentos, tá?
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