28 outubro 2008

A arte

A arte, para mim, tem que beirar mais a clássica do que a moderna. Se bem que, posso até considerar uma tendência clássica-moderna - mas, que seja clássica, por favor. Não sei por que, mas faz mais sentido desse jeito. Quando estou diante de uma peça mais moderna, não paro de retorcer meu cérebro - e meu fígado, para entendê-la. Sei lá, acho que por isso é arte, né? ou não... Mas, como estou muito longe de ser crítico de arte, fico mais perto do “povão”: sem métricas, sem teorias. Fico apenas, e justamente, com minha experiência. Uma coisa entre nós (eu e a peça) e, por isso, prefira o clássico: eu olho, vejo, sei perfeitamente o que é (que Sócrates não me leia) e sinto! Simples assim! A sintonia é tão grande que, quando estou diante de uma peça que nunca vi, tento adivinhar seu título. Acreditem: acerto na maioria das vezes! Até eu me impressiono com isso. Hoje mesmo, estava diante de uma tríade que “falava” das fases de uma mulher, e adivinhem: errei o nome! Chamava-se “A ascensão dos anjos”. Pois é, acho que o artista era moderno demais...

Nenhum comentário: